sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Arthurzinho


Foto da capa

NOTA

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Facebook (link): https://www.facebook.com/groups/eternajovemguarda60/members/

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Nome completo: (carece de fonte)
Nome artístico: Arthurzinho
Data de nascimento: 21 de Março de 1949
Local: Barretos/SP
Gênero: Jovem Guarda.


BIOGRAFIA

Arthurzinho (Barretos/SP, 21 de Março de 1949).

Em dezembro de 1966, foi lançado pela gravadora Continental, o primeiro compacto do cantor e compositor Arthurzinho. Na época, ele tinha apenas 17 anos de idade, quando gravou este primeiro single contendo as músicas "Na Crista Da Onda" no lado A e "Mil Garotas" no lado B. As duas canções alcançaram relativo sucesso junto às rádios, firmando assim, o nome deste novo cantor entre o público jovem.

Em seguida a Continental lançou a coletânea "As 12 Brasas", uma seleção de canções de artistas jovens da casa, incluindo no disco outra canção gravada por Arthurzinho, "Estou Só", composição de Mário Faissal.
Em 1967, o jovem cantor emplacou grandes sucessos como "Não Toque Este Long-Play", "Prova De Amor" e "Carrossel", porém, somente no ano seguinte, 1968, é que Arthurzinho conseguiu a consagração total, ao gravar o mega-hit-jovem guardista, "Roda Gigante"a música mais tocada no ano, lançada em compacto, cujo lado B, trazia a belíssima "O Que é Bom Dura Pouco".

Arthurzinho entrou para a lista dos cantores que mais se destacaram no movimento,marcando época e deixando história.
A partir daí, sua carreira ganhou notoriedade e Arthurzinho se tornou um dos principais ídolos da Jovem Guarda. Outros sucessos vieram, como "Tempos De criança", "Carroussel" etc.

No dia 24 de novembro de 2007 Arturzinho apresentou-se na comemoração dos 50 anos da APCD Regional Jaú, na Cidade paulista.



Discos

* Coletânea LP Festa da Juventude
(Na Crista da Onda)
* Coletânea LP As 12 Brasas(1967)
(Estou Só)
* Arthurzinho com Portinho e Sua Orquestra (Compacto-1967)
(O Caderninho) / (Carrossel)
* Arthurzinho(Compacto-1968)
(Não Toque Este Long Play) / (Prova de Amor)
* Arthurzinho(Compacto-1968)
(Roda Gigante) / (O Que é Bom Dura Pouco)
* Arthurzinho(LP-1981)
(Ciranda) / (Bons Tempos) / (Graças a Deus) / (Recordando uma canção)

[ Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre ]

[ Editado por Pedro Jorge ]

Dori Edson

Nome completo:
Nome artístico:

Nota: Aguardem postagem.

Cláudio Fontana

Nome completo:
Nome artístico: Cláudio Fontana

Nota: Aguardem postagem.

Albert & Meire Pavão


Nome completo: (carece de fonte)
Nome artístico: Meire Pavão
Data de nascimento:
Local:
Gênero:


Albert Pavão Lança 2ª Edição do Livro Sobre Rock

Recebi este convite, elaborado pelo RStone, do amigo Recruta, a quem 
agradeço, e achei que deveria compartilhá-lo com você, que tem 
interesse em aprofundar seu conhecimento sobre os 10 primeiros anos 
do Rock brasileiro. Trata-se do lançamento da segunda edição, 
ampliada e atualizada do livro “Rock brasileiro – 1955/1965", no 
próximo dia 3 de dezembro de 2011 no Restaurante Ed Carnes, do 
cantor Ed Carlos, em São Paulo. 

Quem puder, apareça por lá, porque o programa é imperdível. O autor 
do livro é o cantor e compositor Albert Pavão, um dos pioneiros do 
Rock nacional, ao lado da irmã, a saudosa Meire Pavão. Na primeira 
edição, o autor apresenta suas explicações sobre a obra:
“Este livro focaliza a música jovem feita no Brasil no período 1955/65 e 
está dividido em 3 partes: trajetória, personagens e discografia do rock 
brasileiro. Inicialmente é abordado o surgimento do Rock and Roll nos 
Estados Unidos, no começo dos anos 1950, sua chegada ao Brasil, os 
primeiros roqueiros brasileiros, até se chegar ao ano de 1965, quando o 
Programa de TV Jovem Guarda, comandado por Roberto Carlos, 
consagra o Rock patrício como campeão de popularidade. Em seguida, 
são apresentados os principais protagonistas da história do Rock 
tupiniquim, dos pioneiros até a turma do “lê, iê, iê”. Finalmente, uma 
discografia bastante abrangente, que foi elaborada com a participação 
dos principais colecionadores de discos de Rock do Rio de Janeiro e 
que registra cerca de 400 intérpretes que gravaram Rock, 
correspondendo a mais de 5.000 gravações".

O principal objetivo deste trabalho é o de resgatar fatos e nomes desse 
período pouco estudado pelos críticos musicais e historiadores de 
Rock, mas que foi sumamente importante por gerar o movimento Jovem 
Guarda e, em consequência, colaborar para a mudança que se verificou 
na música popular brasileira, através da adoção de instrumentos 
elétricos e eletrônicos - anteriormente predominantes nos grupos de 
Rock - e da disseminação de um estilo mais Pop, calcado 
especialmente em baladas. (...) 

Para finalizar, cabe ressaltar que a principal fonte utilizada para 
escrever este livro foi o acervo do projeto “Memória do Rock 
Brasileiro”, existente no Museu da Imagem e do Som de São Paulo 
(MIS-SP). que foi coordenado por mim, nos anos de 1984 e 1985, e que 
se constitui num conjunto de depoimentos gravados com mais de 50 
figuras ligadas ao Rock dos anos 1950 e 60. Busquei ainda o auxílio de 
publicações especializadas, sem falar, certamente, da minha própria 
experiência pessoal, vivenciada a partir de 1960 nos programas de rádio 
e TV de São Paulo, como cantor e compositor.”

SERVIÇO
Lançamento do Livro Rock Brasileiro – 1955 – 1965
Dia 03 de dezembro de 2011 (Sábado)
Local: Restaurante Ed Carnes
Endereço: Rua Teodoreto Souto, 292 - Cambuci/SP

[ Editado por Pedro Jorge ]

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Nome completo: (carece de fonte)
Nome artístico: Meire Pavão
Data de nascimento:
Local:
Gênero:

Nota: Aguardem postagem completa.

[ Editado por Pedro Jorge ]

Joelma

Nome completo:
Nome artístico: Joelma

Nota: Aguardem postagem.

Os Jovens / Os Caçulas

Nota: Aguardem postagem.

Márcio Greyck





Nome completo: (Carece de fonte)
Nome artístico: Márcio Greyck
Data de nascimento: (Carece de fonte)
Local: Belo Horizonte/BH
Gênero: Popular-Romântico.


HISTÓRICO

Márcio Greyck é dono de uma das carreiras de maior sucesso no cenário artístico brasileiro como cantor e compositor. Mineiro de Belo Horizonte, onde passou sua infância e adolescência apurando o seu romantismo através das serenatas que fazia embaixo das janelas de suas primeiras fãs. 

Foi na Polydor, em 1967, que Márcio Greyck gravou seu primeiro compacto simples com uma versão de Eleanor Rigby “Minha Menina” de Lennon e McCartney e também sua primeira composição “Venha Sorrindo” seguindo uma série de três LPs. Ao mesmo tempo assina contrato exclusivo com a TV Tupi, após ter se apresentado no famoso programa de Bibi Ferreira, dirigido por Péricles Leal e Roberto Jorge e passa a atuar em todos os programas musicais daquela emissora, inclusive apresentando o seu próprio programa (O Mundo é dos Jovens) ao lado de Sandra na extinta TV Tupi de São Paulo, cantando e gravando canções dos Beatles como:
Sempre Vou te Amar (wen i’m sixtie four) Ela me Deixou Chorando (Lucy in the sky with diamonds) Penny Lane, entre outras. 

O cinema também descobriu Márcio Greyck, que protagonizou juntamente com a cantora Adriana, o filme (Em Ritmo Jovem) com participações de Grande Otelo e Vanja Orico, e um outro, também longa-metragem em cores logo depois, chamado (O Amor em Quatro Tempos) onde ele interpreta um jovem sonhador da idade média.  

Em 1970, assina contrato com a então CBS, hoje Sony Music e grava o que seria o seu primeiro grande sucesso em vendas com a sua composição em parceria com seu irmão Cobel, chamada “Impossível acreditar que perdi você” alcançando então, uma vendagem de mais de 500 mil cópias, o que para a época em que o mercado de discos era ainda bem menor, foi considerado como um fenômeno de vendas, além de se manter em primeiríssimo lugar por mais de seis meses em todas as paradas pelo Brasil afora. 

Sucesso comprovado por inúmeros artistas de interpretações e estilos diversos que também a gravaram, tais como: Wilson Simonal, Rosana, Gilliard, Perla, Os Vips, João Mineiro e Marciano, Joelma, Agnaldo Rayol, Trio Esperança, Jerry Adriani, Fernando Mendes, Conjunto Lafaiete, Orquestra Caravelli da França, entre outros.

No ano seguinte, uma nova super dose de sucesso com a canção, “O mais importante é o verdadeiro amor”, também primeiro lugar em todas as paradas, e o mesmo acontecendo em seguida com “O infinito” “Quando me lembram você” e “Não sei onde te encontrar” que são sucessos simultâneos desta época em que Márcio Greyck, é um dos artistas que mais atuam na TV, em programas como: Silvio Santos, Chacrinha, Flávio Cavalcante, Bolinha, Raul Gil, Haroldo de Andrade, José Messias, Hebe Camargo, Gugu Liberato, Geração 80, Globo de ouro, Fantástico, entre outros. 

Márcio Greyck tem duas de suas composições gravadas por Roberto Carlos “Tentativa” e “Vivendo Por Viver” que recentemente, foi também gravada por Zezé di Camargo e Luciano com grande sucesso e também pelo Trio Irakitan e Sérgio Reis, sendo ainda lançada na Itália, pela Universal Music como “Vivendo per vivere” em um CD gravado pelo cantor Ralf, com o titulo de “Musicas Brasilianas”. Erasmo Carlos gravou “Até quando?”.  Agnaldo Timóteo e Verônica Sabino, também estão entre outros, que gravaram canções de sua autoria. 

Em 1981, o cantor Márcio Greyck volta aos estúdios e grava “Aparências” de (Cury e Fatha) que se torna um novo e grande sucesso em vendas no mundo do disco, lançado também em espanhol em quase todos os países do idioma e também em Portugal. 

O sucesso de “Aparências” atravessou as fronteiras do Brasil sendo lançada em vários países, e inclusive gravada também, pela orquestra de Ray Conniff que a gravou em uma seleção de canções latinas, com aquele seu inconfundível e famoso estilo.  Márcio Greyck torna se então aí, um artista internacional que lidera novamente as paradas de sucesso em todo o Brasil e segue estourando canções como:
“O travesseiro” “Honestamente” e “Reencontro”, essa que inclusive foi tema do par romântico da novela (Louco amor) da TV Globo.  

No ano de 1983, Márcio Greyck participa do 23º Festival Internacional de Vinã del Mar no Chile e ganha o troféu (Gaviota de Plata ) com a canção (Yo te agradezco) de Mauricio Dubocc e Carlos Colla e lança o seu primeiro Lp em espanhol para toda a América latina, por onde em seguida, viaja promovendo o disco e fazendo shows .
Em 84,... Ele para com tudo!!! 

Totalmente desmotivado, se isola em seu sitio em Saquarema, e só recupera sua motivação em 1997, quando lança pelo selo Albatroz o CD (No tempo, no ar e no coração) que é também titulo de uma canção de sua autoria em parceria com Paulo Sérgio Valle, que resgata e atualiza seu repertório com a tecnologia e arranjos contemporâneos e volta aos programas de TV, rádio e etc. promovendo o lançamento e viajando por todo o país com sua nova Banda, após estréia no "Pálace" em São Paulo. Simultaneamente são lançados também no mercado, os CDs com as gravações originais remasterizados.  

Fábio Júnior, também gravou a canção “Impossível Acreditar Que Perdi Você” que foi tema da novela “A indomada” da TV Globo e que somada a recente regravação de Rita Ribeiro, produzida por Zeca Baleiro, como a nova revelação da nova MPB e também de Verônica Sabino, hoje passa de 50 as gravações desta mesma canção. Márcio Greyck foi então convidado pela TV Globo a gravar a trilha da “A indomada” em espanhol, para ser lançada em todos os países do idioma, em que for comercializada a novela. No primeiro semestre de 2001, Márcio Greyck, após apresentar seu show "No Tempo, no Ar e no Coração" no teatro Don Silvério em Belo Horizonte, com sucesso absoluto, recebe das mãos do representante do ministro da cultura, o Troféu PRÓ-MÚSICA, como o compositor do ano 2000 em Minas Gerais, consagrando de vez a sua volta aos palcos da vida.

Márcio Greyck também figura como compositor e produtor na trilha sonora da novela “Malhação" da TV Globo ano 2003, em parceria com o seu filho caçula "Bruno Miguel" que a interpreta, chamada "Faz Assim" enquanto elabora um novo CD com canções inéditas, além de participar do CD “O Pulo do Gato” produzido por Gileno Azevedo cantando...“Uma Palavra Amiga” (sucesso de Roberto Carlos) em homenagem a um dos maiores compositores do jovem guarda, Getúlio Cortes. 

Márcio Greyck recebeu recentemente das mãos de Silvio Santos a coroa de prata no programa “Rei Majestade” do SBT. Atualmente, resgata a sua cidadania vivendo em Belo Horizonte, de onde sai eventualmente para atender aos inúmeros convites para se apresentar com sua banda, levando o seu show...“No Tempo, no Ar e no Coração” por todo o Brasil, cantando e revivendo os seus grandes sucessos!

[ Fonte: www.marciogreyck.com.br ]

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ENTREVISTA - Cantor Márcio Greyck
( Publicado em 24 de julho de 2013 )

Lucinha: Quando você descobriu que tinha o dom de compor, e como foi que você iniciou sua carreira artística?
Márcio Greick: Olha só Lucinha! … -Creio que foi por volta dos meus doze anos quando intuitivamente comecei a compor algumas estrofes, sem consciência alguma ainda, é claro! …E logo em seguida me apresentei num programa de TV Itacolomi de BH chamado de “Clube dos Cariúnas” cantando em espanhol “A canção do Rouxinol” levado pelo meu irmão que hoje é também meu parceiro musical, o Cobel.

L. Você tinha algum ídolo ou artista no qual você se inspirou para a sua carreira?
MG: Não necessariamente! … Eu tive sim, uma influencia bem eclética, por conta do rádio que naquela época tocava de tudo, numa mistura “chacriniana” das emissoras que só transmitiam em AM.

L. Como foi que você teve conhecimento da canção “Eleanor Rigby”, e o que o levou a fazer uma versão desta canção dos Beatles?
MG: O “norte” que eu descobri nessa vanguarda deles e captei a mudança que estava acontecendo naquele instante em que eu iria gravar o meu primeiro disco, em que no lado B já continha inclusive uma modesta canção de minha autoria, “Venha sorrindo”.

L. “Aparências” é uma belíssima composição. Foi inspirada em alguma pessoa? E qual a sua composição preferida?
MG: “Aparências”.. infelizmente não é uma composição minha, mas de “Cury e Fatha”!
Quanto a minha composição preferida, é muito difícil de dizer, já que as considero como filhas e com igual carinho!… Mas a que me toca mais profundo talvez seja “Vivendo por viver” gravada primeiramente por “Roberto Carlos” e também por “Zezé di Camargo e Luciano” e Sergio Reis, entre outras regravações.

L. Sabemos que Chacrinha ajudava os cantores no Rio de Janeiro, Elmar Tocafundo em Minas Gerais e Antonio Aguillar em São Paulo; você também teve o apoio de um deles, ou de outra pessoa?
MG: Mas é claro que sim, e de todos eles! … Ninguém chega lá sozinho! … O saudoso Elmar Passos Tocafundo foi um excelente divulgador da antiga CBS em BH e que contribuiu muito para todos os sucessos dessa gravadora, assim como o Antonio Aguilar em São Paulo e que foi um importantíssimo disc-jóquey de seu tempo! …Quanto ao Velho Guerreiro, o Chacrinha, esse então, nem se fala!

L. Qual a importância da Jovem Guarda para a sua carreira?
MG: Na verdade quando eu comecei minha carreira profissionalmente no Rio de Janeiro, a “Jovem Guarda” estava chegando ao seu final, o que aconteceu em 1969 como um programa de Televisão. Mas a sua energia transcendeu ainda por muito tempo…, influenciando a toda aquela geração e também a mim, naturalmente. Eu posso dizer que me influenciei sim, pela Jovem Guarda na forma simples e direta das letras das composições que falavam de amor com sinceridade e honestidade, reportando os sentimentos vivenciados na época, e me influenciei também pela nova proposta de arranjos orquestrais lançados pelos Beatles que estavam agora gravando com orquestra de câmara, quarteto de cordas e etc. – Penso que a Jovem Guarda ainda não tenha sido reconhecida culturalmente como deveria, por conta de críticos radicais que a consideravam menor, só porque usavam guitarras elétricas e porque vieram dos subúrbios…, assim como os próprios Beatles!

L. Quando você vê pela Net homenagens a você, como esta que lhe prestou o João Pimentel em seu Blog, como você se sente? Fica indiferente, não gosta ou se emociona?

http://jbpimentel.blogspot.com.br/2010/11/marcio-greyck-somente-beatles.html

A propósito, ele lhe manda um abração e disse que a esposa dele é sua fã de carteirinha!
MG: Vejo como resultado de um trabalho levado a sério e que hoje colhe seus frutos! A emoção e a satisfação desse feedback é sempre a mesma: o agradecimento por tudo! E devo confessar que ainda sinto um certo friozinho no estômago, quando entro no palco!… hehe. Agradeço ao João Pimentel e fico feliz por esse prestigio dele ao meu trabalho e também da sua esposa. Valeu!

L. Você continua compondo e gravando, fazendo shows, ou tem outra profissão e canta eventualmente?
MG: Sim, continuo compondo e gravando no meu home estúdio, experimentando novas concepções de gravações das novas composições que pretendo lançar! … Continuo me apresentando em todo o Brasil levando o meu show “No tempo, no ar e no coração” juntamente com a minha banda, e que costumo anunciá-la como a “Banda dos corações repletos de sentimento puro” em que eu sou o crooner!

L. Teria um fato marcante em sua carreira, sobre o qual você gostaria de falar, ou algo que você tem vontade que as pessoas saibam sobre você, e que ainda não teve oportunidade de dizer?
MG: Sim, lamentavelmente eu também sofri com as intempéries das mudanças de valores desse universo musical, que foi se deteriorando com o tempo por conta dos interesses outro$, que não os dos verdadeiros talentos naturais e que aliados aos “vendavais constantes”…, emocionalmente me vi desmotivado por um longo período de minha vida!…Mas isso, já passou!!! ..E hoje eu estou de olho na contemporaneidade, mas ainda tentando segurar a barra, agitando essa minha bandeira do amor e do romantismo…, mesmo já em frangalhos!!!

L. Muito obrigada por responder as minhas perguntas, e por esta oportunidade de conhecer um pouco mais sobre você.
MG. Quem agradece sou eu! … Obrigado pelo prestigio e pela divulgação do meu trabalho!… Valeu!!

Nota: Meus agradecimentos a Daisymar Tocafundo, que intermediou esta entrevista, tornando possível o contato com o cantor Márcio Greyck através de seu empresário Wagner Salomão Sadi.

Fonte (link):
http://luciazanetti.wordpress.com/2013/07/24/entrevista-com-o-cantor-marcio-greyck/
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[ Editado por Pedro Jorge ]


SAIBA MAIS
Site oficial: www.marciogreyck.com.br

CONTATOS PARA SHOWS

M greyck produções culturais
Telefone: (0xx) 31- 34884416 
Telefax:    (0xx) 31- 34862038

Paulo Sérgio

Nome completo:
Nome artístico: Paulo Sérgio

Nilton César

Nome completo;
Nome artístico: Nilton César

Luiz Carlos Clay

Nome completo:
Nome artístico: Luiz Carlos Clay

Nota: Aguardem postagem completa.

José Roberto

Nome completo:
Nome artístico: José Ricardo


Nota: Aguardem postagem completa.

Cleide Alves



Nome completo: ( Carece de fonte )
Nome artístico: Cleide Alves
Data de nascimento: 05/12/1946
Local: Rio de Janeiro/RJ
Gênero: Jovem Guarda


PROCURANDO UM BROTO
(Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
Cleide Alves
Lançado em 1962  

Cleide Alves nasceu no Rio (05/12/1946) e foi a primeira cantora a gravar uma música da dupla Roberto e Erasmo Carlos: "Procurando um Broto", um 78 RPM lançado pelo selo Copacabana em 1962.

Procurando um Broto
( Roberto e Erasmo Carlos )
Gravação: Cleide Alves

O que eu quero
Mais na vida,
É um broto para amar.
Assim vivo procurando,
Não consigo encontrar.

Com Roberto eu namorei,
Era volúvel demais.
Reinaldo meio maluco,
Apesar de ser um bom rapaz.

Edinho tão bonitinho
Mas nem sequer me beijou.
Toni me telefonou,
Mas ao cinema,
Décio me levou.

Todos são belos rapazes,
Mas só querem a vida gozar.
São táo lindas canções
Mas nenhum quer se casar.

[ Fonte: www.clubedorei.com.br ]





[ Editado por Pedro Jorge ]

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Jean Carlo



Nome completo:
Nome artístico: Jean Carlo
Data de nascimento:   /  /1943
Local: São Paulo-SP
Gênero: Jovem Guarda/Iê-Iê-Iê, Romântica e Religiosa.


BIOGRAFIA

Aos oito anos de idade ganhou seu primeiro instrumento musical, uma sanfona de oito baixos, que aprendeu a tocar sozinho. Na mesma época começou a estudar no Instituto Padre Chico, um colégio interno para cegos, em São Paulo - Jean é cego de nascença. Fez parte do coral e da banda do colégio, onde tocava bombardino (instrumento de sopro).

Em 1959, aos 16 anos, integrou uma banda de alunos do colégio, na qual tocava acordeão. Após sair do Instituto passou a estudar em escola convencional, quando passou a cantar em festas, já interpretando canções em vários idiomas.

Depois de se destacar em programas de calouros, em 1964 participou do programa Reino da Juventude, apresentado por Antonio Aguillar, na TV Record. Foi quando ficou conhecido do grande do público.

Em 1965 gravou um compacto com as músicas "Eu Nasci Pra Você", versão de um sucesso italiano, e Se Non Avessi Piu Te. No mesmo ano foi lançado seu primeiro disco, pela gravadora Copacabana, produzido por Antonio Aguillar, de título "Eu Nasci Pra Você", na época, um sucesso de vendas em todo o país, contendo, dentre outras, a música Aline (versão da original francesa).

Jean Carlo participou do Programa Jovem Guarda desde a sua segunda edição, em 1965, no Teatro Record.

Após a gravação do primeiro disco passou a fazer shows por todo o país e a participar de vários programas de televisão da época, dentre eles: Campeões de Popularidade (TV Excelsior, no Rio de Janeiro); Discoteca do Chacrinha; Um Instante Maestro (apresentado por Flávio Cavalcanti), Almoço com as Estrelas, Clube dos Artistas, A Grande Parada, Programa Silvio Santos, Astros do Disco, Programa Wilson Simonal (TV Record), Corte Rayol Show (TV Record), Globo de Ouro, Globo Music Hall, Noite de Gala, TV Fone.

Em 1969 foi lançado seu segundo disco, de título "Preciso Olhar Pra Você", com as músicas "Era Um Garoto Que Como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones" e "Travessia" de Milton Nascimento.

Em dezembro de 1969, após o lançamento dos dois discos e quinze compactos, Jean mudou-se para a Argentina e passou a apresentar-se em várias cidades daquele país e do Uruguai, inclusive participando de programas de televisão. No ano de 1970 ganhou o prêmio de melhor intérprete do "Festival de Costa a Costa" de Piriápolis, no Uruguai, cantando em inglês e representando os Estados Unidos.

Retornou ao Brasil em 1971, dando prosseguimento a sua carreira. Em 1972 gravou um compacto na gravadora Philips, com as músicas "Tanto Tempo Esperei" e "É Tão Fácil".

Nos anos 1970 tornou-se comum músicos brasileiros gravarem canções em inglês utilizando um pseudônimo. Foi o que também aconteceu com Jean.

Em 1973, pela gravadora Top-Tape, sob o pseudônimo de Michael Davis, gravou o grande sucesso "Another Song", tema da novela "O Semideus" da Rede Globo. "Another Song", na época, virou tema de abertura do Jornal Hoje, também da Rede Globo.

Em 1974, sob o pseudônimo de Edward Cliff, pela selo Central Park, gravou um compacto com as músicas "Country feeling" e "I'll Never Walk Alone Again", esta última um grande sucesso e também tema da novela SuperManoela da Rede Globo, embora não conste da trilha sonora oficial.

Na década de 1970, participava com frequência dos programas "Barros de Alencar" e da "Discoteca do Chacrinha", principalmente cantando em inglês, interpretando os grandes sucessos da época.

Em 1975, como Edward Cliff, na gravadora RCA Victor, gravou um compacto duplo com a música "Nights Of September", que se tornou um grande sucesso. Essa gravação foi lançada em espanhol na América do Sul e em inglês na  América do Norte e Europa. No Brasil, foi lançada em espanhol e inglês.

A música "Nights Of September" ficou por 13 semanas no topo das paradas de sucesso da Itália. A gravação de "Nights Of September", em inglês, foi relançada várias vezes no Brasil, sendo a última delas  em 1999, na coletânea "Hits Again" (Som Livre).

Em razão do sucesso das gravações feitas por Jean como Edward Cliff, em 1977,  estava programada uma excursão para a Europa, apoiada pela gravadora RCA Victor. A viagem não ocorreu devido a uma mudança na direção da gravadora.

Em 1977, ainda como Edward Cliff, gravou a música "Summer Love",  que fez parte da trilha sonora internacional da novela "Sem Lenço Sem Documento", da Rede Globo. Jean também gravou compactos e canções utilizando os pseudônimos de Steve Brandy, Gary Bristol, Peter Knapp, Steve Robinson e Marty Rivers.
 
A partir de 1975, passou a integrar o movimento religioso católico de evangelização, ministrando palestras e se apresentando - cantando e tocando órgão - em igrejas e comunidades de todo o país.

Foram mais de 1.000 (mil) cidades visitadas até o ano de 1987, período no qual desenvolveu o trabalho de evangelização e animação de comunidades.

Nos anos 1980, participou de vários discos de temática religiosa, dentre eles a série "Louvemos o Senhor" (COMEP).

Em 1987 retoma seu trabalho no circuito comercial, apresentando-se em festas e shows,  cantando e tocando teclado, tendo incorporado ao seu repertório clássicos do jazz, blues e MPB, interpretando temas em diversos idiomas (português, inglês, espanhol e italiano e francês).

Participou do show de comemoração dos trinta anos do Jovem Guarda, no ano de 1995, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo/SP.

Em 1996 foi convidado a participar do Programa Louvemos o Senhor, produzido pela Associação do Senhor Jesus (ASJ), na época veiculado na Rede Vida de Televisão. Passou então a ter maior contato com o trabalho de evangelização promovido pela entidade. No mesmo ano gravou dez faixas do CD As Mais Lindas Canções da Igreja Católica (ASJ).

Obrigado Senhor

No ano de 1998 lançou o CD "Obrigado Senhor" pela ASJ, contendo as músicas "Amazing Grace", "Creio Em Ti" e outras. Foi produzido um clip da música "Olho em Tudo".

De 1998 a 1999 participou do programa de televisão "Deus Abençoe", veiculado pela Rede Vida, o qual era gravado sempre em diferentes cidades tendo Jean como atração musical fixa.

Em 2000, seus dois primeiros discos foram relançados pela gravadora EMI em um CD duplo da Série BIS - Jovem Guarda.

Atualmente, Jean Carlo, continua apresentando-se em festas e shows.

[ Fonte: www.cantorjeancarlo.kit.net ]

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Você conhece o cantor Jean Carlo?

Numa dessas madrugadas, ouvi em um programa de rádio uma canção antiga que sou apaixonado: "Nights of september", sucesso de 1975 do cantor Edward Cliff. Uma balada inesquecível que provoca suspiros neste blogueiro da segunda idade, eternamente apaixonado por sua amada amante. E olha que eu tinha apenas 4 anos de idade nessa época...

Decidi pesquisar um pouco sobre Edward Cliff, pois, mesmo tendo sido radialista, confesso que nunca tinha ouvido falar nele nem visto em algum programa de TV.

E qual não foi minha surpresa ao descobrir que é, na verdade, um brasileiro. Seu nome é Jean Carlos e foi integrante da Jovem Guarda. E tem mais: nasceu cego.

Houve uma época em nosso país que muitos cantores adotaram nomes em inglês e cantavam nesta língua para fazer sucesso, como Fábio Júnior, por exemplo.

Além de Edward Cliff, Jean também usou o pseudônimo de Michael Davis. Suas músicas fizeram muito sucesso dentro e fora do Brasil. Ele também é cantor de músicas católicas.

Infelizmente, não consegui encontrar no Youtube qualquer clipe original que o mostrasse cantando. Pelo que pesquisei, está hoje com 66 anos.

A Jean Carlos minha homenagem e eterna gratidão por ser responsável por uma obra de arte como "Nights of september".

[ Fonte: www.blogdozemarcos.com ]

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Notícias ( 3 de julho de 2013 )

Aos 70 Anos de Idade Morre o Cantor Jean Carlo - Cego de nascença, o cantor marcou a época do jovem guarda

Na manhã da última terça-feira (02), faleceu o cantor e instrumentista Jean Carlo. Aos 70 anos de idade, o artista morreu em Campinas, interior de São Paulo, onde passava por tratamento de uma doença neurológica.

Nascido em São Paulo, Jean Carlo marcou a época do jovem guarda. Cego de nascença, aos oito anos de idade Jean ganhou seu primeiro instrumento musical: uma sanfona, que aprendeu a tocar sozinho apesar de sua deficiência visual. Aos 16, passou a cantar em festas, interpretando canções internacionais.

Jean Carlo ficou conhecido popularmente ao se destacar em um programa de calouros, em 1964. O primeiro disco de sua carreira foi gravado no ano seguinte e levava o título “Eu Nasci Pra Você”. O disco foi sucesso de vendas e fez com que Jean participasse de vários programas de televisão e viajasse por muitos Países. Em 1969, o artista lançou seu segundo disco.

Jean Carlo foi um cantor de sucesso e vai deixar saudades!

[ Fonte: https://www.rs21.com.br/?p=40317 ]

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VÍDEO

http://www.youtube.com/watch?v=NeLMwJbCVaY&feature=player_embedded


[ Editado por Pedro Jorge ]

   

The Originals





Nome da banda: The Originals
Data de formação:
Local:
Componentes:
Gênero: Jovem Guarda

A Banda The Originals formada por componentes originais das bandas de rock mais importantes dos anos 1960 e 70, precursoras do rock no Brasil, garante performances de alta qualidade musical e arrebanha platéias por onde passa, formadas tanto pelos mais velhos quanto pelos mais jovens. O primeiro e o segundo trabalho (DVD e CD) foram "disco de ouro” e agora a banda ja esta ensaiando para gravar o terceiro DVD e CD com lançamento programado para julho desse ano.

A banda é formada por verdadeiros ícones como Paulo Cezar Barros (vocal e contrabaixo) ex-"Renato & seus Blue Caps", Pedrinho (guitarra solo e vocal) ex-"Fevers", Cleudir (teclados e vocal) ex-"Fevers", e Guto Angelici (bateria e vocal) ex-"Superbacana".

Miguel Plopschi(sax tenor), ex “Fevers” é parte integrante dos projetos da banda (CDs e DVDs) mas não se apresenta nos shows da banda. Ele é o idealizador, o realizador e o produtor da banda.

Alem do ótimo momento vivido pelo grupo, que excursiona com a turnê "The Originals vol. 2 "Por Todo o Brasil, (destaque para o hit "Molambo" da novela "O Profeta" da Rede Globo) a banda foi indicada junto com o grupo "Roupa Nova", pela segunda vez seguida, ao premio de Melhor Grupo, do Prêmio TIM da Música Brasileira.

Toda a força do repertorio de sucesso dos anos 60 e 70 que mudaram o mundo está presente no show da banda, nas interpretações dos seus componentes que mantêm os arranjos e o glamour das gravações originais.

Os inesquecíveis hits daquela época como "Menina Linda", "Feche os Olhos", "Mar de Rosas", "Vem me Ajudar", "Era um garoto que como eu amava os Beatles e Os Rolling Stones", entre outros, como também novos hits da banda como, por exemplo, "Amar você" sucesso da novela "A lua me disse" da Rede Globo, fazem o público a cantar e dançar sem parar como nos velhos tempos.

Um dos momentos mais emocionantes do show fica por conta da homenagem ao rei do rock n'roll Elvis Presley (Em 2007 se completaram 30 anos da sua morte prematura) com o medley "Love me tender", Trouble" e "Blue suede shoes" e outros grandes hits do rei do rock. Sem falar dos grandes hits dos Beatles, Platers, Little Richard, Ray Charles, etc.

O show é sem dúvida um grande sucesso, consagrado em todo o Brasil, tanto na qualidade das músicas como na interpretação da banda. É realmente um show imperdível.

[ Fonte: www.agenciaprodutora.com.br ]




THE ORIGINALS - "A FESTA CONTINUA"
Por  Marcelo Fróes ( Outubro de 2010 )

Formada há cinco anos para relembrar os bons tempos; ou melhor, para mostrar que os bons tempos nunca foram embora, a banda The Originals chega ao terceiro trabalho celebrando sua própria história. A banda, criada em 2005 pelo produtor Miguel Plopschi (sax), Pedrinho da Luz (guitarra) e Cleudir Borges (teclados), todos ex-membros fundadores dos Fevers, e também por Ed Wilson (voz/violão), ex-membro fundador da banda Renato e seus Blue Caps, gravou o seu terceiro DVD (e CD) no Espaço Veneza, em Botafogo, zona sul do Rio. É o segundo “ao vivo” da banda, que estreou com um forte produto ao vivo em 2005 e, em 2006, gravou um disco em estúdio.

Neste “A Festa Continua”, o The Originals – que conta também com o baterista Guto Angelicci (ex-Super Bacana) – traz a estreia na banda do super baixista e cantor original dos Blue Caps, Paulo César Barros. O músico, que já gravou com meia MPB, de Raul Seixas a Gilberto Gil, passando por muitos anos ao lado de Roberto Carlos, por pouco não participou da banda desde seu começo. Compromissos profissionais o impediram de embarcar na nau dos Originals já em 2005, mas desde o ano passado Paulo César Barros é baixista e cantor da banda.

Para este  projeto, muito aguardado pelos fãs da banda e de sua história, os Originals convidaram dois membros de suas formações anteriores: o cantor Almir Bezerra, também ex-Fevers, que participou do primeiro projeto e há dois anos reside em Recife; e o guitarrista paulistano Márcio Augusto, que foi dos Originals na ocasião do segundo DVD. Principal cantor da história dos Fevers, o pernambucano Almir Bezerra revive clássicos como “Já Cansei”, “Sou Feliz”, “Ninguém Vive Sem Amor”, “Por Causa de Você”, “Pra Cima Pra Baixo”, “Onde Estão Teus Olhos Negros”, “Nathalie”, “Mar de Rosas” e “Vem Me Ajudar”.

A celebração da boa música e da própria história dos Originals, que nesta curta trajetória já emplacaram algumas pérolas em trilhas de telenovela como o hit “Amar você”do primeiro DVD (da novela “A lua me disse”), e neste DVD registra ao vivo o sucesso “Uma História Pra Ficar” (da novela “Ciranda de Pedra”), conta ainda com as participações especiais dos músicos Marcelo Sussekind (ex-A Bolha, ex-Herva Doce) e Lalo Califórnia. Mas, naturalmente, o momento muito especial fica por conta da visita da Rainha da Jovem Guarda, Wanderléa, que sobe ao palco no final do show e canta clássicos como “Pare O Casamento”, “Prova de Fogo” e “Ternura”.

Ed Wilson têm seu momento Elvis Presley, muito elogiado nestes mais de 40 anos de carreira, e desfila com “It´s Now Or Never”, “Jailhouse Rock” e “Hound Dog”, enquanto Paulo César brinda os ouvintes com sua voz aveludada em novas versões para os clássicos dos Blue Caps que cantava nos anos 60: “Vivo Só”, “Não Te Esquecerei”, “Não Quero Ver Você Chorar” e “Dona do Meu Coração”. Ed Wilson também mostra canções de sua autoria, como “Chuva de Prata”, “Agüenta Coração” e “Aparências”, e a banda diverte-se com hits cinquentões do rock’n’roll original de Little Richard: “True Fine Mama”, “Tutti Frutti” e “Long Tall Sally”.

O momento final fica por conta de todos no palco para “Whisky a Go Go”, clássico da dupla Sullivan & Massadas gravado pelo Roupa Nova para a trilha sonora de “Um Sonho a Mais” em 1985.

O show da banda The Originals esta fazendo um imenso sucesso no Brasil inteiro apresentando ao publico as musicas desse DVD e muito mais sucessos inesqueçiveis dos anos 60 e 70 nos arranjos originais, mostrando “ao vivo”que a festa maravilhosa continua !!!

Vale a pena ir ao show da banda para conferir.

[ Fonte: www.theoriginals.com.br ]

[ Editado por Pedro Jorge ]



SAIBA MAIS

Site oficial - www.theoriginals.com.br


CONTATOS PARA SHOW

Rosset Produções:
Tel: (11) 4221-1122
www.rossetproducoes.com.br
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Caixa Postal 26668 | CEP: 05116-970 | São Paulo SP Brasil | Telefone:  (11) 2183.8383

Ary Sanches

Nome completo: (carece de fonte)
Nome artístico: Ary Sanches
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Denise Barreto

Nome completo: (carece de fonte)
Nome artístico: Denise Barreto
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Regina Célia

Nome completo: (carece de fonte)
Nome artístico: Regina Célia

Nota: Aguardem postagem.

Trio Ternura

Nome completo:
Nome artístico:
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Trio Melodia

Nome completo:
Nome artístico:
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Sérgio Murilo

Nome completo:
Nome artístico: Sérgio Murilo
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Ronnie Cord

Nome completo:
Nome artístico: Ronnie Cord
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Célia Vivela

Nome completo: (carece de fonte)
Nome artístico: Célia Vivela
Codinome: 
Data de nascimento:
Local: Recife/PE
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

The Bells / The Shunshines / The Youngsters

The Bells

Nome da banda: The Bells
Ano de formação: 1963
Local: São Paulo
Gênero: Jovem Guarda.


PERFIL - The Bells

O grupo paulistano The Bells foi fundado em 1963, na onda da “surf music”, antes do Jovem Guarda.
Formado por Carlinhos e Nilo (guitarras), Pique (sax e órgão), Ary (bateria), Souza (baixo) e Tergoli (sax), a primeira gravação do grupo surgiu através de uma coletânea natalina, lançada pela gravadora RGE , em 1964.

No início de 1966, os Bells emplacaram o hit “O Homem de Virgínia (The Virginian)”, música que estourou em todo o Brasil. Nesse mesmo ano gravam seu primeiro LP, The Bells, que destacou outro grande hit que entrou para a história, o rock “O Muro de Berlim, composição de Erasmo Carlos. Outro grande sucesso de destaque é a canção “O Rei da Inglaterra”, música participante do Festival de San Remo de 1968.

Em 2009, o baterista Ary retornou com os Bells, desta vez reformulado, após muitos anos do encerramento do grupo.

The Bells foram homenageados também na letra da canção de Roberto e Erasmo, Festa de Arromba!


[ Fonte (link): https://www.facebook.com/groups/eternajovemguarda60/permalink/590183397692493/]
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The Sunshines

Nome da banda: The Shunshines
Ano de formação:
Local:
Gênero: Jovem Guarda.

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The Youngsters

Nome da banda: The Youngsters
Ano de formação:
Local:
Gênero: Jovem Guarda.


Nota: Aguardem postagem completa.

[ Editado por Pedro Jorge ]


Brazilian Bittles

Nome da banda: Brazilian Bittles
Ano de foremação:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Roberto Livi

Nome completo: (carece de fonte)
Nome artístico: Roberto Livi
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Nalva Aguiar

Nome completo:
Nome artístico: Nalva Aguiar
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Ed Carlos


Nome completo: (carece de fonte)
Nome artístico: Ed Carlos
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Iê-Iê-Iê (Jovem Guarda)


Compacto: Ed Carlos - Dá Um Tempo (1985)

O cantor e compositor Ed Carlos, atualmente afastado da vida artística,
iniciou carreira pelas mãos de Roberto Carlos.

Esta postagem é feita para lembrar aos amigos que no próximo sábado,
3 de dezembro de 2011, a partir das 12h00, será lançada a segunda
edição do Livro “Rock Brasileiro – 1955 – 1965”, do Albert Pavão, no
Restaurante Ed Carnes, de propriedade do cantor Ed Carlos. O
estabelecimento fica na Rua Teodoreto Souto, 292, no Bairro do
Cambuci, em São Paulo. Torço para que os amigos possam
comparecer porque a obra certamente interessará aos apaixonados pelo
Rock brasileiro. O livro, como o título revela, disseca os primeiros 10
anos do Rock no Brasil. Vale a pena, não?

Vamos à postagem. Tudo indica que este compacto, lançado em 1985
pelo selo Soundint, é último disco gravado por Ed Carlos, nascido
Oscar Teixeira em 3 de fevereiro de 1952, em Santo André/SP. Meu
conterrâneo - sim, eu também sou de Santo André - iniciou a carreira
ainda adolescente, em 1967. Comenta-se que, na efervescência do
Programa Jovem Guarda, o garoto era presença constante nos
bastidores da TV Record e travou amizade com alguns artistas, entre os
quais o "Rei" Roberto Carlos, que o apadrinhou para gravar seu
primeiro disco, um compacto simples lançado pela Fermata com as
músicas "Belinha", de Toquinho e Vitor Martins, e "Edifício de
Carinho", de Roberto Carlos e Tom Gomes, conquistando rapidamente
as paradas de sucesso. O maior êxito viria no ano seguinte com outro
single: "Estou Feliz", versão de Lilian Knapp para "Puppet On A String"
e "Namoro de Bonecos", de João Carlos e Newton, canções incluídas
em seu primeiro LP.

Com o sucesso alcançado, Ed Carlos logo foi convidado pela TV
Bandeirantes para apresentar o programa Mini-Guarda, que permaneceu
mais de um ano no ar. Pela atração, passaram Pepeu Gomes (na época
integrante do Grupo Os Minos), Fábio Jr. e Enza Flori, entre outros.
Ao longo da carreira, que inclui a curiosa gravação de Amante Latino
(sucesso de Sidney Magal), também se destaca o sucesso "Roberto,
Meu Amigão", uma homenagem ao padrinho artístico. A carreira
começou a se esvaziar nos anos 1980 e hoje o cantor é proprietário da
churrascaria onde será lançado o livro do Albert Pavão.

Confira as músicas do single:
01. Dá um Tempo (Ed Carlos - Marinho)
02. Papo Amigo (Anires Marcos - Luis Vagner - Franco)

Ficha técnica
Direção artística: Ringo Moon
Direção produção: Anires Marcos - Carlos Nabar
Arranjos: Carlos Nabar - Anires Marcos
Côro: Regina - Marcinha - Bartira

Músicos
Baixo: Carlos Nabar
Bateria: Abreu - DMX - Oberheim
Guitarra: Paulinho "Demolidor"
Ovation: Anires Marcos
Piano Yamaha- DX-7: Miguel Briamonte

[ Fonte: sanduichemusical.blogspot.com ]

[ Editado por Pedro Jorge ]

George Freedman



Nome completo:
Nome artístico: George Freedman
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda.



As Canções de George Freedman

Seu principal sucesso, Coisinha Estúpida, lançado em 1967 e merecedor do prêmio “Chico Viola”, merece destaque!

George Freedman iniciou sua carreira nos anos 1950, fez muito sucesso antes e durante a Jovem Guarda e encerrou suas atividades como músico, cantor e compositor em 1972.

George sempre teve muita facilidade em escrever versões, como na vez em que Os Incríveis estavam no Estúdio de gravações e precisavam gravar naquele momento uma versão de “Giramondo”, grande sucesso da época. Pois bem, em uma hora e 15 minutos eles tiveram em suas mãos a versão da música, pronta para ser gravada!

Giramundo
Os Incríveis

Um giramundo como eu
que vive a vida a procurar
alguém que siga o meu caminho
e veja tudo como eu
Se caminhando eu encontrar
alguém que pensa como eu
será o fim dessa estrada
e finalmente irei parar...

Contando os dias esperarei
e de passo em passo eu procurarei
e acharei, acharei, acharei...

Um vagabundo como eu
também merece ser feliz
pois eu só quero dessa vida
ter um amor somente meu…

[ Fonte: luciazanetti.wordpress.com, postado em 12 de junho de 2012 ]

[ Editado por Pedro Jorge ]

Nota: Aguardem postagem completa.

Demétrius

Nome completo:
Nome artístico: Demétrius
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda



ACRÓSTICO / Demétrius
Autor: José Carlos Gueta

Dono de uma voz marcante
Ele fez parte do Jovem Guarda
Muito educado e elegante
Este bom momento ele guarda
Toca feliz a sua vida adiante
Reconhecido como um galã
Incentivado ele segue avante
Um cantor muito perseverante
Sabe como agradar ao seu fã.

[ Fonte: http://poetadoabc.blogspot.com/ ]

[ Editado por Pedro Jorge ]



SAIBA MAIS
Site Oficial: www.demetriuscantor.com.br


Nota: Aguardem postagem completa.

Wilson Miranda

Nome completo: (Carece de fonte)
Nome artístico: Wilson Miranda
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Carlos Gonzaga

Nome completo:
Nome artístico: Carlos Gonzaga
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Betinho & Seu Conjunto

Nome completo:
Nome artístico:
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Antônio Marcos

Nome completo:
Nome artístico: Antônio Marcos
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

The Pop's

Nome completo:
Nome artístico:
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Kátia Cilene

Nome completo: ( carece de fonte )
Nome artístico: Kátia Cilene
Data de nascimento:
Local: Garanhuns/PE
Gênero: Iê-Iê-Iê ( Jovem Guarda ).




BIOGRAFIA

Kátia Cilene é natural de Garanhuns (PE), iniciou a carreira artística ainda criança em Recife. Aos 12 anos, recebeu o troféu de revelação mirim atriz-cantora da TV Jornal do Commércio, e gravou seu primeiro disco - um compacto simples pela gravadora Mocambo, contendo as músicas: "Ie ie ie do Seu Mané" e "Rei Pelé", ambas de autoria de Nelson Ferreira homenageando a seleção brasileira de futebol da Copa do Mundo de 1962.

Kátia foi garota-propaganda, participou de novelas, peças de teatro e foi detentora do prêmio de melhor cantora de Recife por anos seguidos. Em 1966, na efervecência da Jovem Guarda, Kátia chega ao Rio de Janeiro para assinar contrato com a gravadora CBS, onde em janeiro de 1967 lança seu primeiro sucesso "Meu bem só gosta de mim" (gravada posteriormente por Wanderléa). A partir daí sua carreira decolou, vieram outros sucessos como: "Brasa viva" (1967), "Bilhetinho apaixonado" (1968), "A manchinha no lenço" (1968) e "Eu não consigo" (1969), incluídas na famosa coletânea periódica da CBS "As 14 Mais", figurando entre os grandes nomes do cast como Roberto Carlos, Wanderléa, Jerry Adriani, Renato & Seus Blue Caps e outros.

Além de participar do filme "Jerry, a Grande Parada" em 1967, cantando a música "Eu e Elezinho", foi presença constante no Programa Jovem Guarda, da TV Record. Kátia gravou até 1972, quando encerrou sua carreira para casar-se, regressando apenas em 1986, ocasião em que gravou um LP Mix pela gravadora RGE, o que lhe rendeu credenciais para lançar em 1988 pela mesma RGE um LP com várias músicas de autoria de Michael Sullivan & Paulo Massadas. O disco ainda contou com a participação do saudoso Ed Wilson na faixa "Quero Seu Amor Pra Mim". Foi o seu último registro musical.

[ Fonte: sanduichemusical.blogspot.com ]

[ Editado por Pedro Jorge ]

Tony Campello

Nome completo:
Nome artístico: Tony Campello
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Celly Campello

Nome completo:
Nome artístico:
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

The Jordans




Nome da banda: The Jordans
Ano de formação: 1956
Local: São Paulo/SP
Integrantes (originais):
Integrantes (atuais):
Gêneros: Rock Instrumental Dançante


Formado na cidade de São Paulo, em 1956. Seu nome foi inspirado no grupo vocal que acompanhava Elvis Presley nas gravações: The Jordanaires.

Assim como os Jet Blacks e Os Incríveis, seguiam a linha do Rock Instrumental Dançante. Contudo, diferenciava-se desses conjuntos por utilizar instrumentos pouco convencionais ao gênero, como o bandolim e o vibrafone. Em 1959, apresentou-se no programa Celly e Tony em hi-fi, comandado pelos irmãos Campelo, na TV Record de São Paulo. Em 1961 foram ouvidos por Nazareno de Brito que os levou para o selo SOM da Copacabana, na qual lançou dois discos.

Em 1962 o grupo foi escolhido pelo programa “Ritmos Para a Juventude” em São Paulo como o conjunto revelação do ano. No mesmo ano gravou o primeiro compacto duplo pela gravadora Som interpretando as músicas “Bulldog”, “O Voo da Abelha”, “Boudha” e “Suzane”. Em 1963 gravou seu primeiro LP “A Vida Sorri Assim”, pela SOM. Na mesma época deixou o conjundo o cantor e guitarrista Mingo. Nessa ocasião realizava concorridos shows na boate Salloon, na Rua Augusta em São Paulo, com destaque para as apresentações do guitarrista Aladim. No ano seguinte lançou com bastante sucesso pela Copacabana, “Blue star”, de Victor Young e E. Heyman e “Charanga”, de Aladim. Ainda na mesma época lançou o LP “Surfin’ with the Jordans”. Ainda em 1964 gravou “Shane”, de Mack David e Victor Young e “Come on Train”, de R. Shorter. Gravou ainda um compacto duplo com “Os Grandes Temas da TV”.

Por suas várias formações passaram Manito e Mingo, que posteriormente formariam Os Incríveis. Em 1965 lançou pela Copacabana o LP “Os alucinantes The Jordans”. No mesmo ano, participou juntamente com os conjuntos The Angels, The Clevers e Os Diferentes, do LP “Exaltação à Juventude”, coletânea lançada pela Copacabana. No ano seguinte recebeu o prêmio Roquete Pinto como o “Melhor conjunto da juventude”. Na mesma época participou com sucesso do programa “Excelsior a Go-Go” na TV Excelsior e fez sucesso com a gravação de “Tema de Lara”, do filme Doutor Jivago. Em 1967 o grupo passou a contar com a presença do saxofonista Valtinho. Por essa época apresentava-se constantemente no restaurante “Bico Dourado” em São Paulo, ponto de encontro de diversos artistas do movimento Jovem Guarda. No mesmo ano lançou o LP “Edição Extra”, trazendo entre outras, “Bus Stop”, “Namoradinha de um Amigo Meu” e “Vem Quente que Estou Fervendo”. Nessa época o conjunto contava com sete integrantes: Valtinho no trombone, Irupê no sax e piston, Neno no piston, Foguinho na bateria, Aladin na guitarra solo, Tony no contrabaixo e Sinval na guitarra base. Nesse período viajou para apresentações na França e na Inglaterra. Em 1968, Aladim, guitarrista deixou o grupo, que se dissolveria no ano seguinte.

Em 1992, a gravadora Movieplay lançou uma coletânea com seus maiores sucessos. Intitulada “Hits Collections”, incluía os sucessos “Blue star”, de Victor Young, e “Tema de Lara”, de Maurice Jarre. Três anos depois, Alladin, Sinval, Tony e Foguinho se reuniram e lançariam no ano seguinte, pelo selo Sky Blue, o CD “Bons tempos: The Jordans - 35 anos de rock instrumental”. De acordo com revistas especializadas em música na França e na Inglaterra, é um dos poucos conjuntos remanescentes do rock instrumental da década de 1960 na América Latina.

Em 1999 foi lançado pela Zan Discos o CD "Grandes sucessos The Jordans”, com, entre outros, “Quero que vá Tudo pro Inferno”, “Escândalo em Família”, “Festa de Arromba” e “All my Loving”.

[ Fonte: weloverocknrolljovemguarda.blogspot.com ]






Nota: Aguardem postagem completa.

The Fevers

Nome da banda: The Fevers
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Elizabeth

Nome completo:
Nome artístico: Elizabeth
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Giane

Nome completo:
Nome artístico: Giane
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Marcos Roberto








Nome completo: Marcos Roberto Dias Cardoso
Nome artístico: Marcos Roberto
Codinome: "O Rei da Lona"
Data de nascimento: 26/06/1941
Data de falecimento: 21/07/2012
Local: Osasco/SP
Gênero: Jovem Guarda. 







BIOGRAFIA

MARCOS ROBERTO DIAS CARDOSO, ou simplesmente Marcos Roberto, nasceu em 26/06/1941 e faleceu em 21/07/2012, por volta de 19h, no Hospital da cidade de Osasco/SP, foi um cantor e compositor brasileiro que fez sucesso desde a década de 1960; na década de 1980 fez sucesso com a música A última carta, que ficou meses em primeiro lugar nas paradas e vendeu mais de dois milhões de discos.

Um dos cantores mais premiados, ganhou o troféu Chico Viola e vários discos de platina e diamante. Devido ao grande sucesso, participou dos principais programas de rádio e televisão da época. A música "A Última Carta" originalmente é do compositor potiguar Antonio Marcelino Vieira, de nome artístico AMV, falecido em 2006, que doou a letra e a melodia a Marcos Roberto, por ocasião de uma apresentação que este último fazia numa pequena cidade do Rio Grande do Norte, em 1970. A doação de músicas - por pequenos compositores a artistas de renome nacional - era um fato corriqueiro nos anos 60/70, no Nordeste brasileiro.

Marcos Roberto ainda compunha músicas e atualmente era produtor de novos cantores e bandas musicais. Marcos Roberto foi um dos nomes ligados à Jovem Guarda, nos anos 60, participante do consagrado programa comandado por Roberto Carlos, na TV Record. Participou com grande brilho do show da Rádio América, em 15 de março de 1968, no antigo Cine Piratininga do Bras, espetáculo comandado por José Paulo de Andrade, Sergio de Freitas e Newton Miranda, apresentadores de uma das programações jovens de maior audiência no rádio, na época. Viúvo, deixa três filhos: Marcos, Márcio e Marcelo.

Segue a reportagem exibida em 23-07-2012 pela Rede TV - Programa A Tarde é Sua, comandado por Sonia Abrão.
http://youtu.be/4a4fQW2FFGc

Uma das últimas apresentações do cantor, onde ele interpreta sua canção “A Última Carta”:
http://youtu.be/0KrFU0sJv0s

O Adeus ao Poeta e Cantor Marcos Roberto
www.youtube.com´

[ Fonte (link): https://www.facebook.com/groups/eternajovemguarda60/permalink/590228617687971/ ]

[ Editado por Pedro Jorge ]

Ed Wilson







Nome completo: Edson Vieira de Barros
Nome artístico: ED Wilson
Data de nascimento: 29/07/1945
Local: Rio de Janeiro/RJ
Data de falecimento: 04/10/2010
Local: Rio de Janeiro/RJ
Gênero: Jovem Guarda e Gospel.

BIOGRAFIA

Edson Vieira de Barros (Rio de Janeiro, 29 de julho de 1945 - 4 de outubro de 2010), mais conhecido como Ed Wilson, foi um cantor e compositor brasileiro. Fez parte do movimento Jovem Guarda, fundou a banda Renato e Seus Blue Caps junto com seu irmão Renato Barros e no final de sua carreira esteve ligado à música gospel. Foi vitimado por um câncer na tireóide, durante cerca de três meses.

Ed Wilson foi criado no bairro carioca de Piedade, Rio de Janeiro. Seus irmãos Renato Barros e Paulo César Barros, fazem parte do grupo Renato e Seus Blue Caps onde Ed Wilson iniciou sua carreira musical e permaneceu até 1961. Em 1962, Ed Wilson iniciou sua carreira solo e posteriormente o próprio grupo Renato e Seus Blue Caps gravou uma música sua (denominada "Comanche"). Nos anos 90, Ed Wilson regravou uma coletânea de sucessos da Jovem Guarda ao lado de artistas da MPB como Erasmo Carlos, Leno & Lilian, Wanderléa e Golden Boys. No meio gospel, teve suas músicas regravadas por Alex Gonzaga, vocalista da banda Novo Som.

O cantor já passou também por diversas gravadoras como RCA, Odeon, CBS, Line Records e Top Gospel.

Foi um dos criadores da banda The Originals em 2005 onde gravou os três CDs/DVDs da banda.

Morte
Ed Wilson permaneceu alguns dias internado no Hospital São Lucas, no bairro carioca de Copacabana. O artista enfrentava há algum tempo uma luta contra um câncer na tireóide, vindo a óbito na madrugada do dia 4 de outubro de 2010.




Discografia

Ano de Lançamento Título Gravadora

1962 Nunca mais / Juro meu amor Odeon
1963 Doidinha por mim / Telefonema Odeon
1963 Ed Wilson Odeon
1964 Sabor de sal / Bronzeadíssima RCA
1964 O carro do papai / Patrulha da cidade RCA
1965 Doce esperança / Como te adoro menina RCA
1966 Verdadeiro amor CBS
1983 Chuva de Bênçãos Copacabana
1993 Te Amo Tanto Line Records
1994 Minha Estrada Line Records
1997 Uma Força No Ar Line Records
- Seleção de Ouro Line Records
2003 Fé E Vitória Top Gospel

[ Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre ]




GOSPEL  ( Entrevista )

Ed Wilson da Jovem Guarda ao Evangelho


Com "Fé E Vitória", Ed Wilson estreia na Top Gospel, após uma passagem pela Line Records. O cantor se diz satisfeito com a nova casa, principalmente quanto à distribuição do disco.

Como diriam os paulistas, Ed Wilson é um artista “desencanado”. Mesmo com uma carreira gospel consolidada, o cantor e compositor carioca – que despontou na Jovem Guarda, primeiro com o grupo Renato e Seus Blue Caps, formado com os irmãos Renato e Paulo César Barros, e depois em carreira solo – não renega seu passado. Ao contrário. É muito freqüente vê-lo em programas de auditório ao lado de cantores da época relembrando sucessos que faziam as menininhas suspirarem, como Carro do Papai, Sandra e Saudade (Sorry).
Na década de 90, Ed Wilson regravou, ao lado de artistas como Erasmo Carlos, Leno, Lilian, Wanderléia e Golden Boys, várias músicas da época para a caixa 30 Anos de Jovem Guarda (Universal). Enquanto lançava discos evangélicos, Ed continuava gravando músicas seculares, algumas de muito sucesso, como Chuva de Prata, famosa com Gal Costa, Pede A Ela, gravada por Tim Maia, e Aguenta Coração, que virou um clássico romântico na voz de José Augusto, principalmente depois de incluída na abertura da novela global “Barriga de Aluguel”.

A nova empreitada de Ed Wilson é juntar esses dois universos. Ele pensa em escrever um livro, que a princípio teria o título de “Da Jovem Guarda a Jesus Cristo”, contando toda a sua trajetória, desde os tempos em que provocava o corre-corre dos “brotos”, como diz Roberto Carlos na música "Festa de Arromba", até a bem-sucedida carreira como artista evangélico, sendo um dos maiores hitmakers da música gospel e um dos compositores mais regravados. Ed é responsável por sucessos como Mais Que Um Sonho, Do Jeito Que Eu Sou e Bom Dia, Amigo, todos gravados por Alex Gonzaga, vocalista do Novo Som, em seus dois CDs solo.

Enquanto o livro não sai, o cantor segue divulgando seu mais recente CD, Fé E Vitória, o sexto da carreira religiosa e o primeiro pela Top Gospel. O disco, belíssimo, tem como ponto alto a faixa Proverá, que está tocando bem nas rádios do gênero. Mas há também outros destaques, como a romântica O Amor Chegou de Vez, a pentecostal Esse Fogo Queima e a temática Igreja Querida, composta pela mulher, Marisa Barros (com Elvis Tavares), sua principal parceira no CD.

Confira abaixo uma entrevista exclusiva com o cantor, que fala do novo trabalho, das recordações da Jovem Guarda e, é claro, de seu primeiro livro.

Universo musical - Fé e vitória, palavras que dão nome ao disco, acabam sendo a mensagem principal de todo o CD. O que você quis transmitir com esse título?

Ed Wilson - Com esse título quis transmitir a seguinte mensagem: todo aquele que segue os caminhos de Jesus, com fé, inevitavelmente terá vitória.

UM - O que este disco acrescentou, musical e espiritualmente falando, em sua carreira?
EW - Acrescentou mais responsabilidade à minha carreira, porque Jesus também fala conosco através da música.

Além de você, o principal compositor que aparece no disco é Marisa Barros, sua esposa. Ela sempre compôs com você? Como é essa parceria casa-trabalho?
EW - Marisa sempre me ajudou a compor. Ela me dá umas ideias interessantes em termos de mensagem. É muito bom tê-la como parceira na vida e na profissão.

Você tem alguma história, ou um testemunho, que gerou alguma música deste CD?
EW - Todas as músicas se baseiam numa história especial. Na minha própria e na de outras pessoas, como, por exemplo, Pare!. Esta canção fala sobre o sujeito que procura Jesus numa determinada situação, obtém uma bênção por misericórdia dele e depois não volta mais à igreja, nem para agradecer. Infelizmente, já vi muitas pessoas fazerem isto.

Você é um dos compositores mais gravados da música gospel. O que acha disso?
EW - Fico muito feliz. É um trabalho intenso, mas abençoado e abençoador.

O que você achou do fato de Alex Gonzaga ter gravado músicas suas em seus dois discos solo?
EW - Gosto muito do Alex cantando. É interessante ver músicas que tornaram-se conhecidas comigo na voz dele. O Alex passa um sentimento especial quando canta.

Você está estreando na Top Gospel. Como foi o convite e a negociação com a gravadora?
EW - Adorei o convite da Top Gospel. Nosso primeiro contato foi há uns dois anos. Na época, não chegamos a um acordo por divergências contratuais, até que, no final de 2002, acertamos tudo e eu entrei para o time da gravadora.

O que você está achando da nova casa?
EW -A Top Gospel é uma gravadora nova, que está se estruturando e, com certeza, vai crescer ainda mais. Estou muito satisfeito em fazer parte do seu time. Meus discos estão sendo bem distribuídos, uma vez que podem ser encontrados em várias lojas.

Como você avalia sua passagem pela Line Records?
EW - Foi boa, se levarmos em conta que gravei clipes e um CD em espanhol. Porém, tive problemas com a distribuição dos discos.

Você se converteu na adolescência, saiu da igreja e depois voltou. Quando exatamente você diria que aconteceu a sua conversão?
EW - Sinto que a conversão é progressiva. Isto é, a gente se converte mais um pouco a cada dia. Porém, converti-me pela primeira vez aos 18 anos, durante minha primeira incursão à igreja. Nessa época, falei de Jesus para muitos companheiros, como Roberto Carlos, Wanderléa, Rosemary etc... Infelizmente, acabei parando de frequentar os cultos porque viajava muito por conta dos shows que fazia. Entretanto, quando voltei à igreja, por volta do ano de 1983, realizei uma grande vontade, que tinha desde os 18 anos: gravei meu primeiro disco evangélico.

Quais as recordações que você tem da Jovem Guarda, tanto do Renato & Seus Blue Caps quanto de sua carreira solo?
EW - As recordações são ótimas. As manifestações de carinho do público são impressionantes. Nos meus shows evangélicos, encontro muita gente que acompanhou a Jovem Guarda. Esse movimento faz parte da história da MPB.

Mesmo convertido, você continuou compondo músicas e participando de programas seculares. Existe algum preconceito por causa disso?
EW - Quando uma pessoa se converte, a cobrança é muito maior. Portanto, as críticas às vezes ocorrem. Mas o importante é fazer sua parte na obra de Deus. O que realmente conta é o seu coração com Ele.

Se você ainda compõe e participa de programas seculares, imagino que você também ouça música que não é evangélica. Artistas como o próprio Alex Gonzaga declaram abertamente ouvir música secular, até como referência para a carreira, pois a música gospel ainda é limitada em alguns ritmos. O que você acha disso?
EW - Existe música bem ou mal composta em qualquer área. Isso é um fato. Nós, compositores, precisamos ouvir tudo, músicas de todos os estilos e procedências, para nos reciclar. Senão, ficaremos sempre nos mesmos hinos. Nada contra os hinos mais tradicionais. Eles são lindos, mas, às vezes, não se comunicam com os jovens.

É verdade que você foi gago? Como se curou?
EW - É verdade, e me curei graças a um milagre de Deus. Aconteceu na Igreja Nova Vida. O pastor Márcio perguntou se eu acreditava que Jesus poderia me curar, respondi que sim e realmente fiquei bom.

Como surgiu a ideia de escrever um livro? Há alguma previsão de lançamento?
EW - Essa ideia partiu das comunidades evangélicas de Los Angeles, onde morei por dois anos a trabalho. Ainda não posso adiantar como será e quando será lançado porque trata-se de um projeto prematuro. Só sei que será um pouco trabalhoso, mas pedirei a Deus que me ajude a concretizar esse plano.

Você gostaria de deixar uma mensagem aos leitores do U.M.?
EW - Peço a Deus para abrir os olhos daqueles que ainda não dão a devida atenção à nossa boa música evangélica. Essas pessoas têm que entrar de cabeça e coração na sua divulgação e levá-la a sério.

[ Fonte: www.www.universomusical.com.br ]




Morre no Rio o cantor e compositor Ed Wilson

Ele despontou na carreira na época do Jovem Guarda, nos anos 1960.
Cantor de 65 anos lutava contra câncer; corpo será cremado na terça-feira.

O cantor e compositor Edson Vieira de Barros, conhecido como Ed Wilson, morreu aos 65 anos na noite de domingo (3), no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Ele, que ficou famoso por ter participado do movimento do Jovem Guarda, lutava contra um câncer.

O corpo vai ser velado na capela 6 do Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul, até as 16h desta segunda-feira (4). A cremação está marcada para 15h de terça-feira (5), no Crematório do Caju, na Zona Portuária.

Ed Wilson começou sua carreira no início dos anos 1950 com o grupo Renato & Seus Blues Caps — fundou a banda junto dos irmãos Renato e Paulo Cesar Barros. Logo na década seguinte, deixou o conjunto e trilhou carreira solo, com discos lançados pelas gravadoras Odeon, CBS e RCA nos anos 60 e 70. Tornou-se compositor e produtor musical no mesmo período.

Seu maior hit na época do Jovem Guarda foi "Carro do Papai", composto pelo irmão Renato, época em que também regravou uma versão em português para "Lucy in the sky with diamonds", rebatizada como "Ela me deixou chorando".

Na década de 1990, regravou sucessos ao lado de artistas como Erasmo Carlos, Leno & Lilian, Wanderléa e Golden Boys.

Em 2005, fundou a banda The Originals, só com membros dos Blue Caps, dos Fevers e dos Incríveis, com o qual fez uma série de shows e gravou 3 álbuns e 3 DVDs.

Entre as músicas que viraram sucesso estão: "Chuva de prata", gravada por Gal Costa; "Pede a ela", por Tim Maia e "Aguenta coração", por José de Augusto, que foi tema de abertura da novela "Barriga de aluguel", da TV Globo. Depois disso, ingressou na música gospel.

Ed Wilson morava no Leblon, bairro da Zona Sul do Rio, e deixa viúva e filhos.

[ Fonte: g1.globo.com, 04/10/2010 ]

 [ Editado por Pedro Jorge ]


Deny & Dino

Nome completo:
Nome artístico:
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Lafayette & os Tremendões

Nome completo:
Nome artístico:
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Os Vips

Nome completo:
Nome artístico:
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Trio Esperança

Nome completo:
Nome artístico:
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Golden Boys

Nome completo:
Nome artístico:
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Renato & Seus Blue Caps





Nome da banda: Renato & Seus Blue Caps
Ano de formação: Final dos anos 1950
Local: Rio de Janeiro/RJ
Integrantes (originais): Renato Barros (voz); Erasmo Carlos , substituto de Edson Barros (voz); Carlinhos, guitarra; Tony e mais tarde Gelson (bateria); Paulo César Barros (baixo) e Cid (saxofone)
Integrantes (atuais): (carece fonte)
Gênero: Jovem Guarda

Renato & Seus Blue Caps: O Show Continua

Há mais de quatro décadas fazendo sucesso, o grupo mantém um público numeroso e apaixonado que acompanha sua carreira nos mínimos detalhes. Renato Barros, o líder da banda, conversou com Matéria-Prima, numa entrevista exclusiva, onde fala do trabalho, do sucesso, dos bastidores e da vida pessoal.


Mais de 40 anos ininterruptos de carreira, por isso mesmo, incluído no Guines Book como o mais antigo grupo de rock em atividade do planeta; muitos discos gravados – entre LPs, 78 RPMs, compactos e participações em coletâneas; um público incondicionalmente fiel, que passa de gerações a geração, como herança imaterial; e um sem número de história para contar. Dessa forma, pode-se resumir a carreira de uma trupe que marcou e vem marcando, decididamente, o universo musical brasileiro: Renato e Seus Blue Caps.

Os discos continuam sendo relançados em CD’s, os convites para apresentação ao vivo são freqüentes na agenda e as platéias, a cada ano, ganham a ruidosa participação de faixas etárias que não testemunharam o apogeu da banda, mas seguem, de perto, a confortável estabilidade de sua marca. “Acredito que esse retorno, essa fidelidade do público não seja á toa: tem a ver com a seriedade, a honestidade e o respeito que sempre mantivéramos em relação ao nosso trabalho. Torço para que os jovens sempre melhorem seu gosto musical, porque, infelizmente, o que temos visto por ai, em boa parte do cenário musical, é um atentado ao bom gosto”, afirma Renato Barros.

Tudo começou quando, no final dos anos 50, os irmãos Renato, Edson e Paulo Cersa Barros, jovens cariocas do bairro de Piedade, resolveram tocar e cantar, influenciados pelo o rock’n´ roll de Elvis, Little Richards e Bill Halley, fazendo mímicas de gravações que eram sucesso, com performances muito comuns, á época. Adotaram a bizarra alcunha de Bacaninhas do Rock da Piedade e, assim, fizeram a primeira e desastrosa incursão pelo o rádio, apresentando-se num consumo de “conjuntos”, no programa Hoje é dia de Rock da Piedade, realizado pelo o rádio Mayrink Veiga e apresentado pelo radialista Jair de Taumaturgo, de onde saíram sob estrepitosas vaias. “Foi tão ruim que eu jamais esperava que algum dia pudesse dar certo”, conta Renato, bem-humorado.

Mas quem falou em desistir? Jamais! Refeito do fracasso momentâneo, os garotos da Piedade resolvem aperfeiçoar a técnica, passando horas trancados, exercitando as mãos nos respectivos instrumentos. Paulo Cezar, por exemplo, que tocava piano com dois dedos, descobriu que seu forte era mesmo o contrabaixo e nunca mais largou.

Aos irmãos Barros, juntaram-se, então, os amigos Euclides, Gelson e o saxofonista Roberto Simonal (irmão de Wilson Simonal). Jair Taumaturgo, possivelmente, antevendo que o potencial dos rapazes os levaria para bem mais longe, sugere o novo nome, Renato & Seus Blue Caps, Inspirado no grupo americano Gene Vicent And Hit Blue Caps. Sucederam-se as muitas aparições em programas de rádio e TV, a exemplo do antológico Os Brotos Comandam, da TV Rio, apresentado por Carlos Imperial e do Domingueira do Rock, apresentado por Jair de Taumaturgo.

Os anos 60 foram tempos de muito boas colheitas, na carreira do grupo. O retorno ao programa de rádio de Taumaturgo, como que para apagara as péssimas lembranças de estréia, em 1959, aconteceu em grande estilo: interpretando Be-bop-a-lula, de Gene Vicent, mas com o arranjos dos Everly Brothers para duas vozes – coisa inédita no Brasil, nesse gênero – a banda conquistou o primeiro lugar da semana e, em seguida, o prêmio de melhor do mês. A recompensa, por tal façanha, foi uma participação no programa do Chacrinha, na extinta TV Tupi. Era apenas o começo de uma trajetória ascendente, na cena nacional da música.

Teve início uma série de registros fonográfico, com a gravação do primeiro disco 78 rotação, pelo selo Ciclone, em que acompanha o grupo vocal Os Adolescentes. Aliás acompanhar outros artistas tornara-se uma constante na atuação dessa trupe, incluindo,
nesse elenco, nomes do quilate de Roberto Carlos e Tom Billy, com quem gravou, no ano seguinte, pelo mesmo selo.

Uma nova aparição no Programa do Chacrinha lhe rendeu a contratação pela gravadora Copacabana, onde lançou dois 78 rotação e dois LPs. De outro lado, o primeiro trabalho com Roberto Carlos, na gravação de Splish Splash e Parei na Contra-mão, estourou, garantindo os primeiros laços com a CBS e, posteriormente a contratação do grupo e o lançamento de um compacto duplo e de mais um LP. “Durante as gravações de Viva a Juventude, fiz, despretensiosamente, a versão em português para a música Ishould have known better, dos Beatles, que recebeu o nome de Menina Linda”, conta Renato.

Mal sabia ele que a ocasião se tornaria o maior sucesso do grupo, ao longo de quatro décadas de trabalho. “Quando a apresentamos no programa de Carlos Imperial, a repercussão foi tão boa que acabou incluída no LP que entrou em todas as paradas de sucesso do País”, celebra o músico.

Outro encontro entre Renato & Seus Blue Caps e Roberto Carlos aconteceu mais tarde, com a gravação do LP campeão de vendas, Roberto Carlos em Ritmo de Aventura.

Foram registradas diversas alterações na composição da banda que já começava a se destacar pelo o repertório que incluía muitas versões dos Beatles e de outros artistas internacionais, além de composições próprias, interpretadas de forma peculiar. Uma dessas mudanças mostra Erasmo Carlos substituindo Edson Barros que deixara o Renato e Seus Blue Caps para fazer carreira solo, com Ed Wilson. Em outro momento, podem-se constatar os vocais de Ivanilton, mais tarde conhecido Michael Sullivan. A grande onda era, então, a Disco Music, o ritmo das discotecas que influenciou fortemente a produção grupo no LP anual de 1979.

O troca-troca de nomes, no entanto, não causo danos à carreira dessa trupi que, passo a passo, de festa em festa, baile em baile, em excursões nacionais e internacionais, foi dizendo a que veio. A aparição no programa Jovem Guarda, da Rocord, foi decisiva para que conquistasse, definitivamente, o merecido espaço no cenário da chamada “música jovem”. Nesse curso, em 1966, o grupo atinge o auge da popularidade, com o lançamento do LP Um Embalo com Renato & Seus Blue Caps, seu maior sucesso de público e vendas.

Outra ocasião na qual o sucesso falou em bom tom foi quando o grupo, interpretando uma versão da bela Mr. Tambourine Man – um clássico dos anos 60, de Bob Dylan -, Protagonizou um videoclipe, exibido no Fantástico, da TV Globo.

Em 1982, após 28 anos na mesma gravadora, a banda se transfere para a RCA lançando um compacto simples e em seguida o LP Pra Sempre. Depois disso, um hiato de quatro anos, sem gravar. O retorno já aconteceu sob os auspícios de outro selo, a Continemtal, com o bem sucedido LP Baton Vermelho que trouxe o grupo de volta á mídia e aos palcos. A participação da coletânea 30 anos da Jovem Guarda, produzida por Márcio Antonucci, em 1995, marcou no regresso do Renato e Seus Blue Caps ao universo fonográfico. No final de 2001, mais uma novidade: o esperado disco Ao Vivo é lançado pela Warner, com mais cinco faixas inéditas.

2005, 40 anos da Jovem Guarda. Data digna de todas as celebrações possíveis, afinal o movimento, independente de sues fãs e críticos, influenciou praticamente todas as gerações subseqüentes, tornando-se um capítulo fundamental na história da música brasileira. Renato e Seus Blue Caps, cuja trajetória antecede a Jovem Guarda, sem dúvida, escreveu muitas e muitas páginas desse capítulo.

Na programação dessa festa, o lançamento da caixa Renato e Seus Blue Caps, com 15 álbuns originais, mais um CD bônus com algumas raridades. O grupo participou, também, de diversos eventos comemorativos, a exemplo do projeto realizado pelo SESC que congregou vários expoentes da Jovem Guarda, nos espetáculos apresentados em diferentes unidades, culminado com a gravação de um CD/DV.

Outro projeto, realizado nessa mesma intenção, promoveu a gravação de um CD/DVD com a participação de integrantes das três mais representativas bandas de rock dos anos 60 e 70 – Renato e Seus Blue Caps, Os Incríveis e The Fevers – além de representantes de uma nova geração de roqueiros, Resultado dessa soma? The Originals – uma espécie de colcha de retalhos das memórias do rock no Brasil, nessa duas décadas!

A iniciativa animou fãs de todas as idades que lotaram diferentes espaços culturais para assistir á performance de seus ídolos, junto, no mesmo palco, na mesma embalagem, digamos assim. Para Renato Barros, no entanto, apesar de a idéia ser interessante, causou confusão na cabeça de muita gente: “começaram a achar, por ai, que o Renato e Seus Blue Caps tinha acabado. Não gostei”, diz ele com ar severo.

Mas, entre acertos e equívocos, estão todos – Renato, Cid, Darcy, Amadeu e Gelsinho, atuais integrantes do grupo – muito bem, obrigada. Entre uma reflexão e outra, a vida segue cheia de planos: “fazer um DVD mostrando o trabalho do grupo” , diz o líder da banda.

Num ping-pong curto e grosso, Renato revela um pouco das dores e delícias de estar sempre na berlinda, sob os holofotes, há mais de quatro décadas. Alguma saudade?. “Uma bem grande, do Hoje é dia rock. Apesar das vaias, foi ali que tudo começou “. Ídolos? “Gosto dos Beatles, mas não são meus preferidos. Minha paixão mesmo é Little Richards, Elvis Presley, Billie Holliday... e por ai vai”. Gratidão? “Aos jovens, que representam a renovação do público, pelo aplauso que a gente nem pede, é espontâneo “. Sucesso? “ Eu nem esperava, sabe? Devemos tudo ás pessoas que nos acompanham, que sempre estiveram presentes”. Arrependimentos? “Faria umas coisas, sim, outras, não. Por exemplo: fiquei mais de 20 anos como produtor e a banda caminhado quase sozinha. Apesar de ter dado certo, poderia ser melhor. Ás vezes penso que as coisas tomaram um rumo que não deveria ter tomado”.

E a prosa segue pelos os cantos da vida pessoal, detalhe importante para qualquer fã que se preze: Futebol? Ah, Flamengo... Fã de carterinha, de ir ao Maracanã e tudo” Amor? Viúvo desde 2006, Renato confessa que o casamento foi bom de 1972 a 1986. Depois disso? “Deixei pra lá...”, Um silêncio enorme. Mas volta a sorrir quando fala dos dois filhos e das duas netas, uma das quais “promete seguir a carreira do avó”. Hum.. isso tem cheiro de futuro. Show must go on!


[ Fonte: Revista Matéria-Prima, s/d ]


Renato Barros

Oi meu nome é Renato e fiz parte do grupo que foi formado no final dos anos 1950 pelos irmãos junto com os meus irmãos Edson e Paulo César, éramos jovens moradores do bairro da Piedade, no Rio de Janeiro, com o nome Bacaninhas do Rock da Piedade. O primeiro nome foi censurado e o radialista Jair de Taumaturgo sugeriu o nome definitivo, inspirado no conjunto norte-americano Gene Vincent And His Blue Caps. Tocamos no rádio e em programas de televisão, como Os Brotos Comandam, da TV Rio, apresentado por Carlos Imperial.

Gravamos o primeiro compacto em 1962 e nos notabilizamos principalmente pelas versões que faziamos de músicas de língua inglesa (a maioria era britânica), como "Menina Linda", versão de "I Should Have Known Better", "Até o Fim", versão de You Won't See Me" (ambas de Lennon / McCartney) e "Escândalo", versão de "Shame And Scandal In The Family" (Donaldson/ Brown). Já em 1963 o meu irmão Edson saiu do grupo e iniciou carreira solo com o nome de Ed Wilson. Ele foi substituído por Eramo Carlos, que teve uma participação breve no grupo. Nos tornamos um sucesso que apresentado no programa Joven Guarda, em shows, festas e bailes.

Em 1966 aparecemos em dois filmes: "Na onda do Iê-Iê-Iê" e "Rio, Verão e Amor".

Renato teve composições gravadas por outros artistas, como Roberto Carlos e Leno & Lilian. O grupo era formado por Renato Barros, voz; Erasmo Carlos , substituto de Edson Barros, voz; Carlinhos, guitarra; Tony e mais tarde Gelson, bateria; Paulo César Barros, baixo; e Cid, saxofone.

[ Fonte: cultura9m1.blogspot.com ]



[ Editado por Pedro Jorge, em 12/09/2011 ]